Categoria Scrum

Práticas Ágeis para bons Product Owners

Olá Pessoas,

Antes de mais nada eu gostaria de agradecer o WordPress, por ceder este espaço para que a gente possa, em alto nível, discutir a gestão de projetos no Brasil… (protocolos e blá blá blás cumpridos, vamos ao que interessa)

Quinta passada (30/03) tive a valorosa oportunidade de conversar com o pessoal da Projectlab e os assinantes do Cubo do Conhecimento. Foram 2 horas muito produtivas, passamos por vário conceitos, amplamente utilizados pelo mercado, relacionados ao papel de product owner… com isso ampliei meu networking, dado que muitas pessoas me adicionaram nas minhas redes sociais… e ainda pude divulgar um pouco do meu trabalho. Para um entusiasta do framework Scrum, como eu, é sempre bom falar sobre ele e sobre como podemos melhorar o seu uso, agregando cada vez mais valor para as empresas que adotam-no e melhorando o dia a dia de seus praticantes.

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Entenda a reestruturação na família de certificação Professional Scrum Master (PSM) da Scrum.org

Olá pessoas,

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Esta semana (26/07/2016) a Scrum.org, por intermédio de seu CEO Dave West, anunciou mudanças na família de certificação PSM (Professional Scrum Master). O objetivo principal da reestruturação, partiu da necessidade que a organização vislumbrou, em atender os mais variados níveis de conhecimento dos profissionais praticantes do framework Scrum.

Ken Schwaber – cocriador do Scrum, Fundador e Presidente da Scrum.org – tem escrito recentemente uma série de artigos (parte 1 e parte 2) mostrando a importância e a sua motivação em manter os programas de certificação que atualmente são oferecidos pela sua organização.

Resumidamente, Ken Schwaber entende que a importância de se manter um programa de certificação sério, se dá basicamente por três razões:

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Ei Scrum Master, 10 dicas para deixar sua Sprint tranquila e favorável…

Olá Pessoas,

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Ao confessionário… quem nunca começou uma Sprint com aquela sensação de que havia algo de “estranho” – o original é podre (Hamlet, Shakespeare) mas achei a palavra meio inadequada para o contexto –  no reino da Dinamarca, que atire a primeira pedra…

Foi pensando em você Scrum Master, que às vezes se sente meio perdido olhando para suas 75 métricas, as quais, algumas delas, te dizem mil coisas e outras não te dizem coisa alguma… que em horas do dia se sente abandonado pelos institutos que te certificaram e te disseram que o Scrum Guide é o caminho, a verdade e a vida e que por fim, não permite, nem sob tortura, que o seu time sucumba ao eXtreme GoHorse (XGH)… que decidi investir uma fração do meu dia para apresentar-lhe as dicas abaixo. Creio, contudo, que você já conheça muitas delas, de todo modo é sempre bom revisitá-las. :mrgreen:

Sem muitas delongas… desembuchemos:

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PMBOK® Guide 6ª Edição vem aí com muito mais Agile… (quem diria hein!)

Olá Pessoas,

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Escrevi este pequeno post para compartilhar uma boa notícia… (creio eu)

Pra quem é ligado no PMBOK® – o guia de boas práticas em gerenciamento de projetos do PMI – sabe (ou pelo menos deveria saber) que a cada 3 anos o instituto revisa o seu guia principal. Para tanto, ele convida profissionais do gerenciamento de projetos em todo o mundo, para participar da revisão enviando suas observações, comentários e itens de melhoria. O PMBOK® Guide Sixth Edition, diferente das edições anteriores, virá com uma característica inédita, ele será tanto um standard quanto um guia. Um standard porque apresentará conceitos chaves, descrevendo o que fazer para se obter projetos bem sucedidos. E um guia, porque se expandirá apresentando informações adicionais sobre como usar as boas práticas de gestão de projetos globalmente reconhecidas.

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7 Dimensões do Produto: uma forma eficiente de escrever User Stories

Olá Pessoas,

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Recentemente tive o privilégio de receber da consultoria a qual trabalho, mais uma empolgante e desafiadora missão: gerenciar – com Scrum (e demais métodos ágeis) – um “novo” projeto de TI de alta complexidade em uma grande multinacional norte-americana (um de nossos clientes).

O projeto já havia passado do feasibility (análise de viabilidade) quando começamos, uma Product Owner e eu, a tomar conhecimento do escopo macro do projeto. Já na fase de iniciação, entrevistamos algumas pessoas da área de negócio, para entendimento e possível extração de alguns épicos e requisitos que serviriam para criação do Product Backlog, norteando, inclusive, o planejamento da primeira release.

Para se ter dimensão da complexidade da “brincadeira”, o escopo deste projeto contempla desde a criação de novas aplicações para interfacear a comunicação e troca de arquivos entre duas empresas, até a restruturação de sistemas legados e mainframes… além do redesenho de vários processos incluindo uma robusta ferramenta de BPM. Para atender as demandas de negócio, criamos 6 Product Backlogs diferentes, sendo 6 áreas da empresa impactadas diretamente pelo projeto. Está previsto ainda a formação de 3 Times de Desenvolvimento trabalhando nesses PBs ao longo de todo o projeto. Frise-se que a elevada complexidade fez com que este projeto, num passado não muito distante – utilizando-se de uma abordagem tradicional (waterfall) – fosse cancelado após 6 meses de execução por estouro de budget. Este fatídico episódio, por si só, faz com que a carga de expectativas colocada sobre a costas do time atual do projeto e o desafio, aumentem ainda mais. Por outro lado, porém, temos a nosso favor importantes e valiosas lições aprendidas. :mrgreen:

Dada a já exposta complexidade do projeto, o tamanho do escopo e a quantidade de pessoas que de certa forma seriam necessárias para iniciar a escrita de user stories, decidimos que seria mais produtivo – ao invés de workshops de escrita de user stories – utilizarmos uma técnica mais estruturada para este fim; conhecida como 7 Dimensões do Produto.

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7 dicas para passar na certificação Professional Scrum Practitioner (PSP)

Nota: após a publicação deste post, a Scrum.org reestruturou seu programa de certificação transformando a PSP em PSM II… antes de avançar, recomendo a leitura deste post aqui para entender mais sobre esta reestruturação.

Olá Pessoas,

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Recentemente fui convidado (na verdade me senti desafiado) pela Scrum.org, a testar meus conhecimentos práticos sobre Scrum, que para tanto, deveria me submeter à mais nova certificação do instituto denominada Professional Scrum Practitioner.

Esta certificação ainda não foi publicada na área de Assessments do site da Scrum.org (imagem abaixo) pois ela está em fase de experimentação. Para aqueles, porém, que desejarem conhecer mais sobre esta nova certificação, disponibilizo o link aqui (PSP).

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Ah meu Deus, mais uma certificação? Óh não!

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Escalando o Scrum com o Nexus Framework

Olá Pessoas,

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Não há mais como conter o avanço do Scrum e das metodologias ágeis. Os mantras repetidos efusivamente de que o ágil é, digamos, a forma mais adequada de se produzir software funcionando, com qualidade, com time-to-market aceitável, que agregue valor para os clientes e tutti quanti… já estão démodé. (démodé é bem… deixa pra lá vai)

Modernamente, muitas empresas de TI já estão se adaptando a esta nova forma de pensar e rapidamente se movimentam no sentido de adotar, senão o todo, grande parte das técnicas e da cultura disseminadas pela filosofia ágil.

Ao passo, porém, que a adoção de tais métodos se acentua… novos desafios, com graus variados de complexidade, começam a emergir. Como por exemplo, o desafio que uma grande empresa – que decidiu adotar o Scrum em um dos seus projetos, e por questões N, precisará que, hipoteticamente, 40 desenvolvedores trabalhem de maneira sincronizada no desenvolvimento de um único produto – enfrentará para coordenar eficientemente todos os envolvidos, colaborando para que estes cumpram as metas de negócio definidas pela organização. Além de ser óbvio que esta não será uma tarefa fácil, o próprio Scrum desestimula a formação de times de desenvolvimento com mais de 9 membros.

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Presidenta Dilma, um Backlog seria um bom começo…

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Carta (post) aberta à Presidenta da República Dilma Rousseff

Excelentíssima Senhora Presidenta da República,

Muito se tem falado em setores da “grande mídia” que o Brasil está vivendo uma grave “crise” político-econômica. A administração das contas públicas está em colapso, déficits crescentes no orçamento, aumento no nível de desemprego, inflação acima da meta (inflation target) e sintomas crônicos de estagflação, caracterizado tecnicamente pelo aumento do desemprego e pela queda no nível de atividade econômica, leia-se recessão. Contudo, a real medição da gravidade e dos efeitos desta “crise”, compete a cada um de nós, brasileiros, fazê-la, tomando como referência a melhora ou a piora da qualidade de vida. Felizmente, na formação íntima e consciente desta convicção, não há como a “grande mídia” interferir.

A sensação que tenho, é que nem todas as pessoas compactuam do mesmo pessimismo visto nos principais hebdomadários brasileiros. Por outro lado, porém – e aqui falo com um pouco mais de propriedade – vivemos uma aguda crise, sem precedentes, de cunho moral e intelectual. E isto sim, na minha opinião, é um grave problema.

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Priorizando Backlog com a Técnica MoSCoW

Olá Pessoas,

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Prezado leitor, se você me dissesse que está pensando em dar um upgrade na carreira; investindo num treinamento para se tornar um Product Owner, e gostaria, com base na minha experiência, que eu definisse com apenas 3 verbos, o que faz (ou pelo menos deveria fazer) um PO. A resposta de bate pronto seria:

  • Dividir
  • Priorizar
  • Descartar

Como eu sei que estes três verbos soltos não seriam suficientes, farei a seguir uma breve explanação sobre eles. Vejamos:

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MVP e a Gestão de Custos em Projetos Ágeis – Parte 2 (Final)

Olá Pessoas,

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Eis que vos apresento, meu caro e paciente leitor, a segunda e última parte do post MVP e a Gestão de Custos em Projetos Ágeis – Parte 1. (aqueles que estavam esperando ansiosamente por esta segunda parte, dê um curtir… cri cri cri cri cri… #CigarrasFeeling)

Sem muitas delongas, avancemos… o seu projeto, como vimos na parte 1 do post, agora possui um MVP. Com base neste MVP e na velocidade média do seu time, conseguimos planejar a primeira release do projeto. O que nos resta agora – para gerenciarmos o valor agregado – é estimar os custos, que em particular eu prefiro fazê-lo da seguinte forma, a saber:

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