Spoiler da Professional Scrum Developer (PSD I) da Scrum.org

Olá Pessoas,

Antes de mais nada eu gostaria de agradecer o WordPress, por ceder este espaço para que a gente possa, em alto nível, discutir a gestão de projetos no Brasil… (protocolos e blá blá blás cumpridos, vamos ao que interessa)

Soa um tanto estranho falarmos em spoiler da PSD, uma vez que esta certificação já existe há mais de 5 anos. Ocorre que quando decidi conhecer um pouco mais sobre a PSD, avaliar quais eram suas exigências, seus pré-requisitos e o seu público alvo… dada a escassez de materiais e artigos publicados sobre o assunto na comunidade, e ainda a irrelevante quantidade de certificados emitidos no mundo (±4500), me dei conta de que qualquer coisa que eu escrevesse sobre ela, trataria-se de um spoiler. 😯

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Resposta do Support Team da Scrum.org sobre a quantidade de PSDs em 03/04/2017.

Neste sentido, repare no cenário a seguir:

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Práticas Ágeis para bons Product Owners

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Quinta-feira passada (30/03) tive a gratificante oportunidade de conversar com o pessoal da Projectlab e os assinantes do Cubo do Conhecimento, por intermédio de um evento online conhecido como Webinaula. Foram duas horas muito produtivas, passamos por vários conceitos, amplamente utilizados pelo mercado, relacionados ao papel de Product Owner e a gestão de produtos com Scrum. Com isso, tive a oportunidade de ampliar meu networking, dado que muitas pessoas me adicionaram nas redes sociais… revisitar vários conceitos e ainda pude divulgar um pouco do meu trabalho.

Para um entusiasta do Scrum, como eu, é sempre bom falar sobre ele e sobre como podemos melhorar o seu uso, agregando assim cada vez mais valor para as empresas que decidem adotá-lo e melhorando, inclusive, o dia a dia de seus praticantes.

Aos interessados, deixarei abaixo o link do slideshare com a apresentação.

Espero que gostem. Em caso de dúvidas, não hesitem em me escrever. 🙂

Saudações. Ψ

Os Top Five mimimis que li e ouvi nas rodas agilistas em 2016…

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Antes de mais nada eu gostaria de agradecer o WordPress, por ceder este espaço para que a gente possa, em alto nível, discutir a gestão de projetos no Brasil… (protocolos e blá blá blás cumpridos, vamos ao que interessa)

CONSIDERANDO que atualmente trabalho (na prática) com ao menos um método ágil.

CONSIDERANDO que já passei por pelo menos 3 empresas (de startup à grande porte) atuando como Scrum Master, Agile Coach ou Agile Project Manager (tendo sido, inclusive, registrado em carteira como Scrum Master). 😉

CONSIDERANDO que trabalho há 1 ano e meio em uma consultoria especializada em métodos ágeis (consultoria e treinamento).

CONSIDERANDO que recebo feedbacks constantes de profissionais, com larga experiência em métodos ágeis, que acompanham de perto o meu trabalho.

CONSIDERANDO que participo de pelos menos 5 grupos de debates e discussões sobre métodos ágeis, que reúnem vários agilistas dos mais variados níveis de conhecimento e expertise.

CONSIDERANDO AINDA que, embora tenha muito a aprender, acredito que hoje, meus conhecimentos são de nível intermediário, estando um pouco mais próximo dos avançados do que dos iniciantes.

POSTULAREI o direito institucional — garantido pelos 12 princípios e pelos 4 valores declarados no Manifesto Ágil — de elencar os TOP Five mimimis das rodas agilistas, que li e ouvi durante o ano de 2016. 😎

Nota: qualquer discordância com o conteúdo deste post, será taxativamente considerado um mimimi. 😇

Vamos nessa!?

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Manifesto Ágil 2.0… será?

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Antes de mais nada eu gostaria de agradecer o WordPress, por ceder este espaço para que a gente possa, em alto nível, discutir a gestão de projetos (e demais assuntos) no Brasil… (protocolos e blá blá blás cumpridos, vamos ao que interessa)

Na era da “modinha do momento 2 ou 3.0”, o Manifesto Ágil não poderia ficar de fora… justo agora que eu já estava começando a me achar por, após exaustivas reflexões, ter entendido que Indivíduos e Interações deve prevalecer ante a Processos e Ferramentas e que Software Funcionando é melhor que documentação dizendo como ele deveria funcionar… me deparo, nos meus estudos e pesquisas, com uma espécie de Modernização do Ágil. Pois é… lá se foi o meu pedido de aumento de salário por água abaixo, já que terei de estudar um pouco mais para conseguí-lo.

Mas o que é essa tal de modernização do ágil?

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Entenda a reestruturação na família de certificação Professional Scrum Master (PSM) da Scrum.org

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Esta semana (26/07/2016) a Scrum.org, por intermédio de seu CEO Dave West, anunciou mudanças na família de certificação PSM (Professional Scrum Master). O objetivo principal da reestruturação, partiu da necessidade que a organização vislumbrou, em atender os mais variados níveis de conhecimento dos profissionais praticantes do framework Scrum.

Ken Schwaber — cocriador do Scrum, Fundador e Presidente da Scrum.org — tem escrito recentemente uma série de artigos (parte 1 e parte 2) mostrando a importância e a sua motivação em manter os programas de certificação que atualmente são oferecidos pela sua organização.

Resumidamente, Ken Schwaber entende que a importância de se manter um programa de certificação sério, se dá basicamente por três razões:

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Ei Scrum Master, 10 dicas para deixar sua Sprint tranquila e favorável…

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Ao confessionário… quem nunca começou uma Sprint com aquela sensação de que havia algo de “estranho” — o original é podre (Hamlet, Shakespeare) mas achei a palavra meio inadequada para o contexto — no reino da Dinamarca, que atire a primeira pedra…

Foi pensando em você Scrum Master, que às vezes se sente meio perdido olhando para suas 75 métricas, as quais, algumas delas, te dizem mil coisas e outras não te dizem coisa alguma… que em horas do dia se sente abandonado pelos institutos que te certificaram e te disseram que o Scrum Guide é o caminho, a verdade e a vida e que por fim, não permite, nem sob tortura, que o seu time sucumba ao eXtreme GoHorse (XGH)… que decidi investir uma fração do meu dia para apresentar-lhe as dicas abaixo. Creio, contudo, que você já conheça muitas delas, de todo modo é sempre bom revisitá-las. :mrgreen:

Sem muitas delongas… desembuchemos:

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PMBOK® Guide 6ª Edição vem aí com muito mais Agile… (quem diria hein!)

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Escrevi este pequeno post para compartilhar uma boa notícia… (creio eu)

Pra quem é ligado no PMBOK® — o guia de boas práticas em gerenciamento de projetos do PMI — sabe (ou pelo menos deveria saber) que a cada 3 anos o instituto revisa o seu guia principal. Para tanto, ele convida profissionais do gerenciamento de projetos em todo o mundo, para participar da revisão enviando suas observações, comentários e itens de melhoria. O PMBOK® Guide Sixth Edition, diferente das edições anteriores, virá com uma característica inédita, ele será tanto um standard quanto um guia. Um standard porque apresentará conceitos chaves, descrevendo o que fazer para se obter projetos bem sucedidos. E um guia, porque se expandirá apresentando informações adicionais sobre como usar as boas práticas de gestão de projetos globalmente reconhecidas.

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7 Dimensões do Produto: uma forma eficiente de escrever User Stories

Olá Pessoas,

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Recentemente tive o privilégio de receber da consultoria a qual trabalho, mais uma empolgante e desafiadora missão: gerenciar — com Scrum (e demais métodos ágeis) —um “novo” projeto de TI de alta complexidade em uma grande multinacional norte-americana (um de nossos clientes).

O projeto já havia passado do feasibility (análise de viabilidade) quando começamos, uma Product Owner e eu, a tomar conhecimento do escopo macro do projeto. Já na fase de iniciação, entrevistamos algumas pessoas da área de negócio, para entendimento e possível extração de alguns épicos e requisitos que serviriam para criação do Product Backlog, norteando, inclusive, o planejamento da primeira release.

Para se ter dimensão da complexidade da “brincadeira”, o escopo deste projeto contempla desde a criação de novas aplicações para interfacear a comunicação e troca de arquivos entre duas empresas, até a restruturação de sistemas legados e mainframes… além do redesenho de vários processos incluindo uma robusta ferramenta de BPM. Para atender as demandas de negócio, criamos 6 Product Backlogs diferentes, sendo 6 áreas da empresa impactadas diretamente pelo projeto. Está previsto ainda a formação de 3 Times de Desenvolvimento trabalhando nesses PBs ao longo de todo o projeto. Frise-se que a elevada complexidade fez com que este projeto, num passado não muito distante — utilizando-se de uma abordagem tradicional (waterfall) — fosse cancelado após 6 meses de execução por estouro de budget. Este fatídico episódio, por si só, faz com que a carga de expectativas colocada sobre a costas do time atual do projeto e o desafio, aumentem ainda mais. Por outro lado, porém, temos a nosso favor importantes e valiosas lições aprendidas. :mrgreen:

Dada a já exposta complexidade do projeto, o tamanho do escopo e a quantidade de pessoas que de certa forma seriam necessárias para iniciar a escrita de user stories, decidimos que seria mais produtivo — ao invés de workshops de escrita de user stories — utilizarmos uma técnica mais estruturada para este fim; conhecida como 7 Dimensões do Produto.

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7 dicas para passar na certificação Professional Scrum Practitioner (PSP)

Nota: após a publicação deste post, a Scrum.org reestruturou seu programa de certificação transformando a PSP em PSM II… antes de avançar, recomendo a leitura deste post aqui para entender mais sobre esta reestruturação.

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Recentemente fui convidado (na verdade me senti desafiado) pela Scrum.org, a testar meus conhecimentos práticos sobre Scrum, que para tanto, deveria me submeter à mais nova certificação do instituto denominada Professional Scrum Practitioner.

Esta certificação ainda não foi publicada na área de Assessments do site da Scrum.org (imagem abaixo) pois ela está em fase de experimentação. Para aqueles, porém, que desejarem conhecer mais sobre esta nova certificação, disponibilizo o link aqui (PSP).

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Ah meu Deus, mais uma certificação? Óh não!

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Reflexões sobre os 12 Princípios…

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Idealizei este post com o intento de transcrever algumas reflexões sobre os 12 Princípios, os quais podem ser descritos hoje como pano de fundo do Manifesto Ágil. Tais reflexões visam confrontar algumas interpretações equivocadas (sob meu ponto de vista, é claro) que, costumeiramente, ouço e/ou leio por aí. Vamos a elas:

Nota: Utilizei como exemplo a construção de um veículo por uma montadora, por ser mais didático… creio. 🙂

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